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sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Versando livre



Versando Livre

Dizendo em curto sem grosseria
Elegante mesmo é ser poesia
De verdade sem demagogia
Fazer folia com o tempo
Falar do timbre grave do poema carente
Amar os acordes do sempre livre
Soprar o ventre das estrelas ausentes
Escrever seus melhores momentos
Fechar os olhos e abraçar (s)eu poeta
Conversar com os seus botões de rosa
Vê-la abrida como uma poesia amorosa
Acariciar seus tendões de Aquiles
Fazer-se imperatriz perfumar-se com flor de Amarilis 
Amar o beija-flor bandoleiro atrevido
De todos os sentidos o mais querido
Tão volúvel o lindo passarinho...
Beija todas as flores suga o néctar o vinho
Mas a predileta é carminada...Hibisco...
No meio no centro corada beijada levada no bico 
Meu rabisco de filosofia de borboleta
Aquela que voa de boca em boca
Com ares voláteis e som de trombeta...
Ah!..Borboleta lampeja lambareja...
É clandestina é mariposa
Num abrir e piscar de asas é Louca
É lírica veleja e beija e beija...


Son Dos Poemas

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